quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

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INTERELACIONALIDADE E UNIVERSALIDADE.

Sistema metafenomênico transcendental, fenomênico, de poder e potencialidade, de universalidade, propósito, interação e perpetuação.


Sistema de realidade interligado de partes que se complementam e interagem e englobam a universalidade da realidade.


A realidade é um sistema universal de relações transcendentais. O homem, o ser, a vida, são elementos e partes desta realidade.


O homem e os seres morrem, mas a vida transcende através deles, e se aprimoram e perpetuam. Ou seja, é o sistema que se mantém vivo, pois o sistema tem um propósito para existir. E o homem e a vida são elementos com funções nesta realidade de finalidade, morte, transcendência e aprimoramento.


O SISTEMA É A REALIDADE.


A realidade e o sistema transcendental com varias categorias, formas e tipos de realidades que se interagem, processa-se e transcende se universalizando e se englobando num caminho para a perpetuação.


E é constituído de metafenômenos e fenômenos. E são regidos por poderes e potencialidades. E existem em função de um propósito [finalidade essencial], que é a existência e a  perpetuação da espécie.


A vida e a vitalidade seguem uma transcendentalidade em direção a uma perpetuação.

O aprimoramento faz parte da natureza vital que é regida pelo poder, potencialidade e universo vital.


A realidade não avança por oposto em direção a uma síntese, mas avança por poderes, potencialidade e interações de uma universalidade.

O próprio aprimoramento é um poder da realidade.

O átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia onde os elementos químicos são processados, de leves em pesados e de pesados em leves [ver teoria graceliana dos energeticuns na internet].

Os átomos alem de interagirem intermente também interage com os outros átomos e as temperaturas.

E segue um sistema de fluxos na sua produção de elementos e energia.


O SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE REALIDADE SEGUE ESTA ORDEM.


1-Propósito, poder, potencialidade, interação, vitalidade.

[Transcendência, metafenomênico, perpetuação, sem estrutura, sem materialidade].


2-Vida, vitalização.

[Transcendente, perpetuação, metafenomênico, fenomênico].


3-O químico, o físico, o somático.

[fenomênico, transcendente, com estrutura].


4-O psíquico.

[Transcendente, sem materialidade].



5-O ser, o homem, as células, as espécies.

[Não transcendente, com materialidade, temporal [só vive uma época, elo]].



METAFENOMIA GRACELIANA – METAFÍSICA – GRACELI.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



Este trabalho não é só um tratado de metafísica, mas da razão, e ontológico, teológico, teleológico, existencial, moral, ético e da lógica.


A realidade é propósito metafenomênico existencial [pmfe].
A realidade é regida por pmfe.
A realidade é um desenvolvimento de um direcionamento de um pmfe.



A realidade se divide em pmfe.
Fenômenos regidos por pmfe.
Estruturas que se formam a partir de direcionamentos e desenvolvimentos de pmfe.



A realidade de pmfe é também –

Poder, potencialidades, universo vital.

Estruturas a partir de pmfe e seu aprimoramento.



A essência de realidade é transcendentalizar para cumprir o propósito existencial metafenomênico. E dar continuidade a perpetuação e eternização.



Assim, entramos na metafísica do propósito [finalidade] superior de realidade e existencialidade [psre].


Que rege o funcionamento da realidade e da metavitalização, da vida, da existencialidade, da racionalidade e da ordem do mundo.


Temos assim, psre,  pmfe, poder, potencial, ordem superior por trás da realidade fenomênica e da existencialidade.


As coisas acontecem segundo um direcionamento para virem a acontecerem e tornar-se realidade.


 E o próprio direcionamento é uma realidade

E é uma racionalidade metafenomênica e transcendental.



A realidade então pode ser dividida em.

1- Poder superior.

2- Metafenomenia – a que rege e estrutura toda a realidade.

E que se divide em. Psre, pmfe, propósito vital psíquico existencial, poder, potencialidade, ordem superior, direcionamento metafenomênico  e transcendental em direção a perpetuação.

3 – fenomenia – fenômenos, vitalização, vida, mente, metabolização, estruturas, física, química, transcendental no sentido temporário [de mudança] não absoluto, aprimoramento.






METAFÍSICA DA UNIVERSALIDADE.

Agentes e formas da universalidade da realidade fenomênica.

Que totaliza.

1-Finalidade – teleologia – propósito metafenomênico existencial [pmfe].

2-Origem

3-Desenvolvimento [aprimoramento] interno e transcendental.

4-Imanência. [ todo fenômeno ao surgir já trás consigo um universo metafenomênico, transcendental, poder, potencialidades e fenômenos.

5-Poder e potencialidade.

6-Causa.

7-Efeito.





A ESSÊNCIA DO SER.


O ser é a vida que está inserida no ser e o produz.

Na vida que está a transcendentalidade.

O ser é o poder.

O ser é o propósito [finalidade] metafenomênica existencial [pmfe].

O ser é a transcendentalidade regida pelo [pmfe].



METAFISICISMO.


A vital transcendentalidade surge da vital existencialidade. Nas suas origens, projeto, causa, efeito, propósito.


E O QUE DETERMINA A REALIDADE É A VITAL EXISTENCIALIDADE.


A vital existencialidade trabalha a questão natural, e da existência e metafísica da vida, da existência, do ser, da realidade, da psiquê.

1-Natureza metafísica da existencialidade.
2-Natureza vital
3-Realidade externa à vida e ao ser.

Nos alimentamos porque temos órgãos, desejos e necessidades para a função da alimentação.

Só temos estes órgãos, desejos e necessidades por causa do propósito metafenomênico da existencialidade [pmfe].

A natureza metafísica da ordem superior é um dos direcionadores da vitalização e da realidade, da razão, do ser, e da psiquê.

Não é a vitalização fenomênica que determina a realidade, mas o poder.
e que o mesmo é regido pelo propósito [pmfe].


Ou seja, o propósito [pmfe] é a raiz do poder que age sobre a realidade. E que a determina. Principalmente a realidade do universo vital.


A pmfe não está só no universo vital, mas em todo o cosmo.




O PROPÓSITO METAFENOMÊNICO SUPERIOR E A INTERAÇÃO COM O COSMO.


A realidade é como uma árvore que interage e tira os nutrientes e água da terra, tira os gases da atmosfera, usa a luz e o calor e os transformam em energia, produzindo e se mantendo por uma interação com o universo. Esta interação e processamento lento, direcionado e constante é que faz com a realidade exista, se mantenha a cresça.

Com isto vemos que há um direcionamento interno regendo o crescimento e a existência da realidade.

A realidade é única em si, mas é uma interação com o mundo em sua volta. Age sobre o mundo e o mundo age sobre ela.

A realidade não avança por um processo dialético, por opostos, em saltos para uma síntese. Mas avança e se mantém por direcionamentos internos, imanência, poderes, potencialidades anteriormente desenvolvidas, propósito [pmfe]. E a interação com o todo.


Assim, a realidade é regida por propósito metafenomênico existencial [pmfe], e que a realidade e todos os fenômenos, seres são inseridos num universo de interações, de trocas e de metabolizações.


Ou seja, o ser não é único, mas sim ele faz parte de uma universalidade de interações regidas por poderes e propósito [pmfe] e direcionamentos.



SOBRE A UNIVERSALIDADE DO PODER.

O divino é o poder sobre todas as coisas.

1- O mundo é regido por poderes.

E também regidos por poderes.

2-A realidade.
3-O ser.
4-A vida, vitalidade e universo vital.
5-A racionalidade.
6-A transcendentalidade
7-A essencialidade.
8-A potencialidade.
9-A unicidade.
10       E a multiplicidade.



O poder divino é o primeiro e absoluto.

Segundo o propósito metafenomênico existencial.

Terceiro – há um poder cósmico regendo a harmonia e ordem do cosmo.

Isto pode ser constatado através do afastamento dos secundários de seus primários, alinhamento cósmico pela ação do magnetismo, fluxos de avanços e retornos tanto no sistema quanto no sistema estelar. Processamento constante, fluxos de desintegração e reintegração no cosmo.

Quarto – o poder vital que age sobre o funcionamento, manutenção e aprimoramento da vida.

Quinto – o poder que produz a racionalidade vital e psíquica.

Sexto – o pode existencial – o ser não existe só para produzir a vida, mas sim ele produz a vida para existir.

Sétimo – o poder de interagir e tirar do cosmo a elementos e nutrientes para se manter na sua existencialidade.

Assim, o poder tem a sua universalidade como uma só realidade, mas se manisfeta de varias formas e categorias.





SOBRE O VITALISMO.

O vitalismo não é um fenomenalismo, mas sim um metafenomenalismo teleológico [ de propósito] e craciológico [ poder].

E é também um existencialismo, pois a essência da vida é existir, como um projeto de um poder e ordem superior. A existência é anterior a vida.


É craciológico – pois o poder e ordem superior que direciona, produz e projeta a vida, a razão, a existência, o ser e a realidade.

É um projeto e direcionamento metafenomênico da ordem superior.



SOBRE AS FORMAS DE CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

1-A razão vital.
2-A razão existencial.
3-A razão craciológica.
4-A razão da ordem superior.
5- a razão nos espíritos.

Pois os espíritos fogem da cruz. São fecundados junto com o ser, e conserva características dos ancestrais.

Logo, o espírito como a vida não morre, ele transcende através de seus descendentes.

Porem, ele é um elo que transpassa e morre, não com o corpo, mas após séculos da morte vital.

O conhecimento não está só mente.

Ou seja, o homem acha que a razão é só aquela que ele possui. Mas, outros seres, e outras categorias existenciais possuem, processam e desenvolvem a sua própria razão.


O CONHECIMENTO DAS IDÉIAS É FRUTO DO ESTÁGIO VITAL E EXISTENCIAL DE APRIMORAMENTO EM QUE A VIDA QUE PRODUZ O SER SE ENCONTRA.


Ou seja, a vitalidade racionalidade, é um ser próprio e em si, e é uma forma de realidade em si. E produz a razão que do homem.

A vitalidade tem a sua racionalidade quando a mesma direciona e organiza todo funcionamento de ribossomos, celulares, metabólicos, funcionais, de órgãos e seus aprimoramentos, de reprodução, e outros.


Assim, dentro de nos existe.
A vitalidade racional.
A existencialidade racional.
O poder e potencialidade racional.
O propósito metafenomênico existencial [pmfe] racional.



A realidade psíquica é fruto e produto do universo vital.

Nos anseios, desejos, vontades, instintos, emoções, sentimentos, depressões, euforias, felicidades são realizações do universo vital e que afloram para o homem.


E o universo vital produz o homem e sua personalidade. O seu eu e o seu eu centrado.

O universo vital está dentro do homem e o homem só é o que é o universo vital. Aonde o mesmo chegou no seu estágio de desenvolvimento. O mesmo acontece com a psiquê e a racionalidade.


Assim, o universo vital não é o outro, é o dentro de si mesmo, e se processa e se aprimora por si mesmo e para si mesmo. E para a existencialidade no seu propósito metafenomênico.

E existe anterior ao homem.

Assim, o propósito metafenomênico existencial determina a vida e seu aprimoramento, e os dois determinam o homem, com suas funções, racionalidade e psiquê.


Tudo o que o inconsciente e o consciente possa chegar e revelar o seu universo vital já chegou. E a mente vital também já chegou.


Mente vital aqui não é o cérebro, ou idéias, ou a psiquê.


Mas todo desenvolvimento de poderes, potencialidades, funcionalidades, aprimoramentos que a vitalidade já passou e transcendeu aos descendentes.

A própria transcendentalidade faz parte de um projeto e um direcionamento do universo vital. Em que o objetivo e propósito é manter e perpetuar a existencialidade da vida e do ser.



TELEOCRACIOMETAFENOMENIA.


O poder, o propósito, a metafenomenia, a existencialidade, a transcendentalidade, o ordenamento e a imanência se faz frente nesta concepção graceliana ao materialismo, idealismo, mecanicismo.


1-A realidade é poder e potencialidade de ser e de desenvolvimento.

2-A realidade é propósito [finalidade de ser e existir].

3-A realidade é metafenomenia.

4-A realidade é existencialidade [propósito metafenomenia de existencialidade].

5-A realidade é imanência.

6-É universo vital e vitalização.

7-Racionalidade de si através da vitalização.

8-Transcendentalidade, aprimoramento.

9- E ordenamento e harmonia cósmica.


A base, o alicerce estrutural da realidade não está entre a física [fenômenos] e a psicologia [racionalidade e idéias].


Mas sim, nos alicerces acima.

Ou seja, está no que não se vê, não se sente, não tem estrutura física, nem forma, nem definição.
Não é fenômeno. Mas é propósito, direcionamento, poder, ordem, harmonia, meta aprimoramento, imanência.

Ou seja, não começa nem de dentro para fora por si mesmo, e nem de fora para dentro, mas de um meta universo paralelo.

O invisível e imanente rege e direciona o mundo.

Frente ao universo das idéias, frente a materialidade e fenômenos há o fenômeno teleometacracioimanente


Assim, o mundo se transforma num mundo de propósito e poder e se aprimorando pelo propósito metafenomênico existencial e de poder [tmfec].


Não é o mundo físico ou psíquico, ou vitalístico, mas um mundo sobre e metanatural regendo a si mesmo e regendo o mundo fenomenal [físico e psíquico, e outros].


E o mundo [tmfec] é um mundo próprio que transcende para se eternizar e perpetuar-se.

Seguindo uma inteligência própria sobrenatural e de ordem superior [ver metafísica da ordem superior].

Assim, a metafenomenia vai além do psicologismo e do materialismo.


A vida não surge da matéria ou de sua evolução.

Pois, como responder a origem da vontade, da psiquê, do direcionamento, dos sentimentos e instintos, da organização fenomênica e metabólica da vida, da sua funcionalidade e estrutural através da matéria.

Ou como responder o funcionamento dos ribossomos na produção de energia para manter as células funcionando, na transcendentalidade programada através da reprodução, da renovação celular, na divisão celular, na regeneração, na brotação e na germinação.

Ou seja, há uma inteligência, um direcionamento, uma ordem, um propósito metafenomênico existencial, uma ordem e harmonia por trás da natureza vital e dos fenômenos.


Assim, o cérebro pode produzir o pensamento, mas cérebro e pensamento só existem porque há uma realidade metafenomênica existência na forma de propósito e poder [pmfec].

Onde se pode haver em todo este universo um poder superior atrás desta ordem e deste propósito.

Assim, o tempo não detém a essência da vida, pois a vida não tem tempo, ela transcende e perpetua.

Pois o homem que tem uma existência temporal e limitada, mas a vida que o produz não.

E o que detém a essência da vida é o poder, a ordem e o propósito metafenomênico existencial.

Assim, não é a matéria, nem o tempo e nem o espaço, mas sim, o que não tem tempo, nem matéria e nem espaço, nem estrutura e nem movimento, e não é um fenômeno, não é visível.

Pois é o poder, o direcionamento vital, a ordem superior, o propósito metafenomênico existencial.

Assim, há universos.

Um fenomênico – físico, químico, biológico, psíquico, estrutural, metabólico, etc], que se apresenta no mundo através da matéria, do tempo, do espaço, da estrutura, da mente e de fenômenos.

E sua essência  de ser e de apresentar-se é através de causa e efeito.


E outro que é o metafenomênico – que se apresenta na forma de poder, potencialidades, direcionamentos, ordem e harmonia, propósito existencial de ser e de transcender, imanência e transcendência.

Não se apresenta como visível.

E sua essência de ser e de apresentar-se é através de imanência, poder e transcendentalidade.

A metafenomenia rege a si própria e o universo fenomênico.

A essência da realidade não é a mudança, mas o poder, o propósito metafenomênico, a existencialidade e a transcendentalidade no sentido da perpetuação.


A transcendentalidade tem dois sentidos. Um fenomênico de mudança. E outro de perpetuação – a vida transcende para perpetuar.

O espírito não é fenomênico, mas existe como uma quarta categoria existencial.

Sendo a primeira categoria o divino.

1 – regedor e ordenador superior – divino – superior inteligência.
2 – regedor transcendental – metafenomenia – poder, potencialidades, existencialidade.
3 – fenômenos. Relacionados a materialidade, psíquico, espaço, tempo, estrutura, finitude, causa e efeito.
4- espíritos. Sem materialidade.


Deus não está na estrutura da natureza fenomênica, mas em si e no universo de poder e de propósitos.


A consciência é uma ferramenta do universo vital. A sua função principal não é trabalhar para a psiquê, mas para o universo vital.

A mente e todos os seus elementos são uma construção do universo vital e da vitalização.


A realidade é poder e propósito metafenomênico existencial.




RACIONALIDADE VITAL.

A memória e a consciência em nós não é o veiculo da duração.

Mas, sim o poder, a transcendentalidade vital [da vida] rumo a eternização. E o propósito metaexistencial e a imanência.

A memória é uma parte criada por este universo metafenomênico.

Mas, dentro da vida existem as suas próprias leis, ordens e durações. E que o ser não tem uma consciência delas. Mas elas têm uma consciência de si mesmas e um conhecimento do ser delas.

Ou seja, há um universo cognitivo dentro do ser, com consciência e racionalidades. Pois, a racionalidade não é só a que o homem tem na mente.

Assim, a vida tem a sua própria consciência. A duração da vida não está na consciência vital, mas nela mesma e no controle, direcionamento dos seus fenômenos.

Pois, não é a vitalidade, universo vital e a mente, mas também os instintos são ferramentas vitais criadas e aprimoradas pelo propósito metafenomênico e poderes.

É bom ressaltar que há um poder divino por trás do poder, propósito e natureza vital.

E há o poder vital  por trás da natureza vital.

E o propósito metafenomênico que rege o universo.

A vida não está na matéria e nem da matéria surge, a vida está na própria vida. Pois a vida é um fenômeno e a matéria outro fenômeno.

Pois, o espírito é vida sem matéria.

A matéria é a estrutura onde a vida se instala.

A vida é metafenomênica.

A psiquê é uma produção da vida, do universo vital e da vitalização.

1- A VITALIZAÇÃO É O PROCESSAMENTO E PRODUÇÃO DA VIDA.

2- O UNIVERSO VITAL É TODOS OS FENÔMENOS E METAFENÔMENOS QUE PRODUZEM, APRIMORAM, DIRECIONAM PARA A TRANSCENDENTALIDADE, SUA IMANÊNCIA, PODERES E POTENCIALIDADES, PROPÓSITOS EXISTENCIAIS. ONDE O OBJETIVO É MANTER A PERPETUAÇÃO DA VIDA.

3- A VIDA É O SER VIVO E DA ESPÉCIE.

A psiquê depende do processamento fenomênico vital.

A vida pode existir sem ser fenômeno na matéria. Que é na forma de espírito.

A vida não é só poder e potencialidade. Pois ela é a essência de si enquanto produção, e uma consequencia da existencialidade enquanto propósito metafenomênico.

Tanto é ela mesma que o ser morre, as células morrem, mas ela não, a vida transpassa a e transcende.

O fenômeno finaliza, termina, mas ela pula, salta, continua, transpassa, cria mecanismos vitais e fenomênicos para sobreviver. Transcender e perpetuar.

Temos aí, mais uma prova da racionalidade vital, pois ela cria infinitos mecanismos para manter-se viva,m para transcender e perpetuar.

Para se manter na sua existencialidade na matéria ela cria mecanismos para produções de energia nos ribossomos, etc. metabolizações biofísicas e bioquímicas, sistemas de reprodução, reconhecimentos e defesas.

Com isto, é possível falar que é uma racionalidade própria e em si, um sistema de poderes e propósitos imanentes na própria vida.

E não na matéria que serve como substrato para ela.

A MATÉRIA É O AGENTE DA MORTE, POIS OS MAIORES SERES SÃO OS QUE MENOS VIVEM.

SE FOR FEITA UMA PROPORÇÃO EM RELAÇÃO TEMPO DE VIDA E PESO DO
INDIVÍDUO.





A VIDA, O SER VIVO, O CORPO DO SER VIVO, E OS FENÔMENOS DA VIDA.


Nesta proporção, uma formiga pode existir mais de cinqüenta vezes a o tempo da vida de uma pessoa, ou elefante.

Assim, não é a estrutura que determina a existência e a vida. Ou a matéria que determina a existência da vida.

A vida com o universo vital e metafenomênico que determinam a vida, a sua existência, o tempo de vida, a essência, a intensidade, a forma pela funcionalidade, a duração de existir.

A vida e o universo vital que determina como será processado o fenômeno da matéria, onde ela está inserida.

E como funciona a produção vital na matéria.

É bom ressaltar que poder e Deus não são a mesma. Deus é o gerador do poder sobre a vida.


O divino é o absoluto supremo. Antes do próprio cosmo ele já estava ali.

A vida é uma forma de realidade que existe na matéria, e pode existir fora da matéria que é na forma de espírito.

Poder é o que a vida possui para ser racional, ordenadora, direcionadora de si, e transcendental.

A vida vende a morte. Pois a vida transcende, e o que morre é o ser.


A vida não é o ser vivo.

Não é o corpo do ser vivo.

Não é o fenômeno e funcionalidade da própria vida.

A vida é um elemento próprio da realidade.

A vida não evolui o que evolui são os funcionamentos vitais e do universo vital.

A vida é una e inalterável, porém em seus infinitos e ínfimos funcionamentos tem uma aparência de ser várias coisas e estar em evolução.

Assim, o que evolui são os funcionamentos vitais. A vida é uma e inalterável, e transcende através do ser. Para perpetuar.

A vida é uma realidade e a matéria e o ser outras. A vida se processa no ser, e ser e vida são duas realidades diferentes.

A vida se inseriu na matéria na sua essência de ser.

Os aprimoramentos das funções da vida são uma realidade, mas a essência de ser da vida é outra. E é uma na sua ínfima natureza de ser.


A vida tem a sua própria inteligência e direcionamento. E que age sobre as suas faculdades que a acompanham. Como, racionalidade, inconsciente, consciente, instintos, emoções, direcionamento, funcionalidade, metabolizações, etc.


Isto que está no ser na verdade faz parte da natureza e imanência da vida.


Há seis elementos fundamentais no universo estruturado, e que se processa como fenômeno. Mais o espírito.

Espírito,
Vida,
Vitalização,
Universo vital,
Mente,
Matéria,
Fenômenos.


A vida e o espírito são fenômenos próprios.

O espírito existe independente do corpo do ser.

A vida é própria, mas é inserida na matéria.

A mente é dependente da vida e da matéria para se processar.

A matéria existe por aglutinações de filamentos do espaço denso.


A formula para o surgimento das formas de  realidades está no poder.

Propósito metafenomênico existencial.

E o aprimoramento está na potencialidade e imanência que os elementos de realidade possuem.


A vida como realidade em si é uma realidade metafenomênica, uma, imanente, e que ao transcender aumenta em quantidade e intensidade.

Assim, a vida é uma realidade própria que usa a matéria para transcender e perpetuar.


A existência é o propósito da vida, e da existência humana.

O homem é o elo que transpassa a realidade em direção a perpetuação.

Pois, o ser – elo existencial – morre, mas a vida transpassa pelo elo.

A vida cria infinitos mecanismos para a transcendentalidade. Como, brotação e germinação, regeneração, renovação celular, sementes, divisão celular, aumento e renovação de ribossomos, reprodução, órgãos sexuais e metabolismos para a reprodução, e produção de hormônios, e órgãos específicos e semens específicos para que a reprodução e a transcendentalidade darem certo e não falhar.


COMO JÁ FOI VISTO A MATÉRIA TRABALHA CONTRA VIDA.

POIS, OS MAIORES VIVEM MENOS.

Os menores têm maior numero de filhos por cada gestação.

Os vírus, bactérias e mosquitos são em maior número, e se reproduz com maior facilidade.

A produção de energia de um pássaro pode chegar a mais de vinte vezes mais que de uma pessoa. Ser for feito a proporção peso versos produção de energia, entre pessoa e pássaro.

E nesta mesma proporção tem pássaro que vive até quinze mil anos a mais que uma pessoa adulta.

Na proporção peso e tempo de vida.



ESTATICIDADE E POTENCIALIDADE VITAL.

VIDA VERSUS A MATÉRIA.

A VIDA É UM ELEMENTO DA REALIDADE COMO É A MATÉRIA, O ESPAÇO, A MENTE, A FORMA, A LÓGICA, E OUTROS.


OU SEJA, A VIDA É UNA NA SUA ESSÊNCIA DE SER, MAS SE MULTIPLICA PELA REPRODUÇÃO, E AUMENTA O SEU POTENCIAL VITAL PARA A TRANSCENDENTALIDADE E ETERNIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA.

A VIDA CONTÉM EM SI UMA RACIONALIDADE PRÓPRIA, UM DIRECIONAMENTO PROGRAMADO, E PODERES E POTENCIALIDADES.

Assim, se ela em si é una, logo como forma de ser da realidade ela estática na sua essência de ser, porém, ela aumenta em quantidade e em potencialidade vital.


Porém, a vida tem um problema a vencer, que é a matéria.

Pois, formas de vida como os espíritos e seres com pouca matéria vivem mais que os com grandes quantidades de matéria. [ver teoria de biologia da inversão].

1        Assim, a vida tem a sua própria essência e natureza. Ela apenas está inserida na matéria para que possa perpetuar.


2-A vida não segue uma seleção natural, pois os menores são em maior número, são mais capazes, mais sexuados e reprodutores e com maior potencial de renovação celular, produção de energia pelos ribossomos, regeneração e transcendência.

3- A vida existe na sua essência de ser para continuar, aprimorar e transcender. [ou seja, há um propósito metaexistencial por trás de vida e da vitalidade].


4-A vida é uma como elemento da realidade, que independe da matéria. É um outro ser, um outro componente da realidade. Mas cria mecanismos e aprimoramentos em si mesma para continuar na sua essência de ser e transcender.

O direcionamento programado, os mecanismos vitais, as potencialidades são faculdades da própria vida. Parte é imanente e parte é desenvolvida pela própria vida.


5-A vida como elemento da realidade não evolui ELA É UNA  E INALTERÁVEL, quando na sua condição de coisa em si e componente da realidade, mas se modifica conforme as suas potencialidades, que usa estas potencialidades no ser [matéria viva]. E que estas potencialidades produzem no ser suas funções, órgãos, metabolizações, mente, energia, e vários outros fenômenos. Inclusive os aprimoramentos.

[ver teoria da biologia craciológica graceliana. Teoria da vitalização graceliana. Teoria biológica da inversão].




A ORGANIZAÇÃO DA VIDA.


As abelhas, cupins, formigas, besouros tem uma sociedade voltada para as funções vitais e sociais desenvolvidas neles mesmos. E são programados para estas funções. Inclusive os tempos de vida de cada ser.

Ou seja, isto é uma prova de que o ser vive em função da própria vida e a transcendentalidade, aprimoramento e eternização da mesma. E não em função das espécies e do ser vivo.

Isto acontece com as abelhas machos e alguns tipos de aranhas.



Assim, a vida é una     estática na sua condição de ser em si. Porem é dinâmica na sua condição de programação e direcionamento vital, de aprimoramentos e aumento de quantidade de seres  através da reprodução. E aumento de espécies através da potencialidade vital.

Assim, o que são aflorados e desenvolvidos são as potencialidades que produzem as funções vitais, as funções reprodutivas, metabólicas e morfológicas, etc.


A VIDA É UMA COISA E O SER É OUTRA COISA.

O ser é o conjunto. Poder, potencialidade, direcionamento programado, matéria, funções e aprimoramentos. Etc.

A vida é um elemento no mundo e o ser é outro elemento.




CATEGORIAS DA VIDA.

1- A vida como coisa em si, que é estável, una   inabalável, constante, intranscendente [por que não muda], e eterna.


2-A vida como poder [geradora de si]. Direciona e rege o seu destino. Porem contém em si o poder divino.

3-A vida como potencialidade. Faculdade da vida que se encontra junto da matéria [ produz o ser]. Aprimorada, instável, transcendente [por que muda] para se eternizar, instável, inconstante, e não morre.


4-A vida como direcionamento programado – ajuda a rege o desenvolvimento, funcionamento e aprimoramento da vida.

5-A vida como fenômeno – junto a matéria [forma o ser vivo], transcendente e instável. Existencial limitada e temporal [morre com o ser].

Mas transpassa para os descendentes.

6-A vida como elo transcendental da própria vida e sua imanência.

7-A vida como consequência de propósito metafenomênico existencial.


A vida não é luta e angústia, mas um universo próprio que constrói a sua própria essência de ser para manter a sua existencialidade.


O ser é um produto da vida como coisa em si.


Assim, o ser se aprimora não por uma seleção natural das espécies, mas por um universo vital, potencialidades imanentes e poderes. E direcionamento vital imanente à vida, que trabalha para a sua transcendentalidade e eternização.